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Desde segunda-feira, equipes do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) estão realizando uma importante missão de inspeção em unidades do sistema prisional de Goiás. O objetivo é verificar as condições dos presídios, os serviços penais oferecidos e a situação dos detentos que cumprem penas no estado.

 

Desde 2021, o CNJ tem recebido denúncias alarmantes sobre o sistema prisional de Goiás. Essas denúncias mencionam atos de tortura, agressões físicas e verbais, uso de armas e diversas violações dos direitos humanos. Além disso, a falta de atendimento médico, medicamentos, alimentos, água e energia elétrica, violações aos direitos dos familiares, transferências desumanas e a ausência de assistência religiosa também são citadas.

 

Destacando a importância dessa ação, a presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministra Rosa Weber, visitou Goiânia nesta sexta-feira para inspecionar os presídios ao lado do CNJ. Na ocasião, Weber também se encontrou com o governador Ronaldo Caiado para discutir questões relacionadas à segurança pública.

 

Essa iniciativa, liderada por um membro tão influente do sistema judiciário brasileiro, mostra que há apoio para aqueles que não têm voz. Infelizmente, não é a primeira vez que surgem denúncias sobre o sistema prisional e os abusos de poder.

 

O governador Ronaldo Caiado sempre deixou claro sua preocupação em relação à "prisão de criminosos". Sua declaração mais recente foi sobre as visitas íntimas nos presídios.

 

"É sabido que as visitas íntimas têm sido usadas como meio de comunicação para planejar assassinatos, tráfico de drogas entre regiões ou cobrar dívidas, além de possibilitar o assassinato de autoridades, principalmente na área de segurança", ressaltou Caiado em fevereiro.

 

Agora, resta aguardar o balanço elaborado pelo CNJ para determinar a veracidade das denúncias.

 

Essa ação do CNJ e a visita da ministra Rosa Weber são passos importantes para enfrentar os problemas no sistema prisional de Goiás. É fundamental que as denúncias sejam investigadas com seriedade e que medidas efetivas sejam tomadas para garantir o respeito aos direitos humanos e a dignidade dos detentos.

 

FONTE? JORNAL SOMOS

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Após a Justiça de Goiás expedir uma liminar que suspende a lei que proibia visitas íntimas em presídios de Goiás, o governador Ronaldo Caiado (UB) afirmou, em entrevista coletiva realizada nesta quinta-feira (23), em Goiânia, que tais visitas não serão liberadas no estado.

 

Ele ainda considerou a liminar como "preocupante" para a segurança pública.A liminar foi proferida na quarta-feira (22) pelo desembargador Carlos França, após pedido da Seção Goiás da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), e cabe recurso.

 

Essa decisão suspendeu os efeitos da lei que entrou em vigor no último dia 18 de janeiro de 2023 e determinava a proibição de visitas “realizadas fora do alcance de monitoramento e vigilância dos servidores da unidade prisional”.

 

Para o governador, a suspensão da lei não foi dialogada previamente com o Poder Executivo, nem com a Diretoria-Geral de Administração Penitenciária (DGAP) e "coloca em risco a vida dos policiais penais".

 

Segundo Caiado, essas visitas íntimas servem como "porta-voz" para o cometimento de crimes.

 

 

FONTE: G1 GOIÁS

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